Perspectivas de vida, sonhos e objectivos, pessoas, fotografias, imagens, olhares, sorrisos, gargalhadas, momentos, passos, mensagens, cores, sabores, recantos, encantos, vistas, músicas e letras, livros e jornais, filmes, peças de teatro, gestos, silêncio, pés na areia e alma no mar, praia, esplanadas e conversas dispersas. Um conjunto de ideias e de pensamentos, revoltas e certezas.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Coisas que eu adorava fazer quando era piquena... #3
Brincar aos lojistas. Principalmente se fosse de roupa, tirar a roupa toda da gaveta e dobrá-la novamente. R-I-D-Í-C-U-L-O!
Coisas que eu adorava fazer quando era piquena... #2
Brincar aos farmacêuticos. Ir à gaveta dos medicamentos e toca de retirar os códigos de barras com um xizato, pôr fita-cola e colar em papéis brancos, nunca esquecendo a rúbrica por baixo.
Coisas que eu adorava fazer quando era piquena... #1
Brincar às telefonistas. Sentar-me ao lado do telefone com uma lista telefónica por perto e esperar ansiosamente que alguém ligasse. E, se fosse na altura do Natal, pôr um postal daqueles com música ao pé do auscultador, como se fosse a música de espera. Ui, se não era divertido...
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tranquilidade é um MITO!
Que nada é perfeito eu sei perfeitamente, agora que a tranquilidade é um mito custou a admitir, custou e custa.
sábado, 21 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Mulheres... como pensam, agem e etc.

Primeiro é aquela excitação interior, depois a assimilação da mensagem, seguindo-se a sua interpretação. Interpretação sim, um "Hey" pode significar:
- está só a meter conversa por descargo de consciência, por pena...;
- não tem mais ninguém para falar, como sabe que aqui a parva responde tumbaaas pode ser ela;
- está a meter conversa porque quer mesmo falar comigo (na cabeça de uma rapariga, regra geral, esta é sempre a última coisa que realmente ela pensa).
Feita a interpretação vem a questão "Será que deva responder?". Se a opção for "não, não vou responder", fica sempre no ar o que poderia significar aquela mensagem, se era de facto por pena (a troca de mensagens seria curta e rápida) ou se era mesmo para meter conversa, já para não falar do que também nos vem à cabeça "ele vai pensar que não estou interessada" (não é isso que queremos deixar passar uma vez que ficámos mais contentes que uma criança a receber o brinquedo que tanto pediu). Se não é carne, é peixe (vamos lá esquecer os vegetarianos, que para aqui não são chamados) , o que significa que optamos pelo "Sim, vou responder" (como é ÓBVIO!). A seguir vem o jogo, o deixar o tempo passar para não parecer que estavamos agarradas ao telefone à espera daquela mensagem, para não parecermos desesperadas, ainda que tudo isto seja verdade, estavamos mesmo desejosas que ele nos mandasse uma mensagem, nem que fosse com um simples "Hey", "Olá", qualquer coisa.
Quando decidimos que já está na altura de responder, começamos a escrever mas começamos a pensar na interpretação que será feita à nossa mensagem, pensamos de tal maneira que o facto de escrever três vezes a letra "Y" é completamente diferente de escrever a mesma letra duas vezes. Depois de tanto tempo à volta de três letras recebidas na nossa caixa de entrada, a mensagem é enviada, como se fosse sem querer "ups, já enviou". Mas o sofrimento não acaba aqui, do momento em que enviamos até obtermos resposta, parece que vão séculos de espera.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Something New!
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