Perspectivas de vida, sonhos e objectivos, pessoas, fotografias, imagens, olhares, sorrisos, gargalhadas, momentos, passos, mensagens, cores, sabores, recantos, encantos, vistas, músicas e letras, livros e jornais, filmes, peças de teatro, gestos, silêncio, pés na areia e alma no mar, praia, esplanadas e conversas dispersas. Um conjunto de ideias e de pensamentos, revoltas e certezas.
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terça-feira, 27 de março de 2012
quarta-feira, 28 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Desculpas
Quando gostamos de alguém, seja um familiar, um amigo ou alguém do sexo oposto (cuja relação connosco seja um tanto afectiva), arranjamos todas as desculpas e mais algumas para explicar o facto de não nos terem respondido, não nos estarem a falar normalmente ou simplesmente não nos falarem. Passo a referir alguns exemplos:
1 - “Não respondeu porque, provavelmente, está sem bateria”
2 - “É provável estar sem rede no telemóvel”
3 - “Não deve ter saldo”
4 – “Deixou o telemóvel em casa, no carro, ou noutro sítio qualquer, mas está sem telemóvel”
5 – “Está a falar assim porque está cansado (a)”
6 – “Não me falou porque não me viu”
Aquilo que não percebemos, ou melhor, que não queremos perceber, é que o mais provável é não terem respondido porque não quiseram, não estão interessados (as). Caso contrário:
1 – Depois de carregar o telemóvel, poderiam mandar mensagem ou ligar
2 – A rede há-de aparecer, mais cedo ou mais tarde, é possível responder
3 e 4 – Se estiver mesmo interessado(a) em responder pede um telemóvel emprestado ou vai a correr carregar o telemóvel (atenção: só em caso de muito desespero é que alguém vai a correr carregar o telemóvel para responder a outra pessoa)
5 – Há maneiras e maneiras de se falar, uma coisa é o cansaço, outra é o desinteresse, são coisas distintas que se reconhecem
6 – É relativo. Por vezes, se não estão interessados (as) em falar fingem mesmo não nos terem visto, e isso è péssimo, porque fazemos figura de parvos ao dizermos “oh, não me viu ”
domingo, 4 de abril de 2010
Pequenas curiosidades do meu fim-de-semana...
(que na verdade não interessam a ninguém mas eu faço questão de partilhar) Passei da cor branco-lula a branco, graças a duas tardes de sol, lindo, maravilhoso e quentinho (Obrigada Primavera por teres ficado!), venham mais! Fui ver os Jim Dungo (sexta) e Gritos Mudos (sábado), duas bandas que desconhecia a sua existência mas que são boas e recomendam-se, até porque o que é nacional... (todos) é bom!
E ao contrário do que é costume, no almoço de Domingo de Páscoa, comi um belo de um robalo grelhado e para sobremesa profiteroles e cheesecake que a mãe fez, só comi amêndoas de pinhão e não comi ovos de chocolate.
(adivinham onde tirei estas fotos?)
terça-feira, 30 de março de 2010
Cabeça organizadinha (ou não)
Acabei o dia a olhar para o outro lado do Rio Tejo, a comer um crepe com uma bola de gelado de morango e a divagar com a S. Digamos que ando a fazer uma limpeza ao disco e a organizar o software, ás vezes dou com ele num estado... caótico!
quarta-feira, 24 de março de 2010

Fazer exercício físico com amigas (80% andar e 20% a correr) e aliá-lo a gargalhadas, desabafos e meninices é o melhor que podemos fazer. Perdemos massa gorda, arrumamos algumas ideias, acabamos por desarrumar outras e passamos óptimos momentos. Falamos de coisas que só nós compreendemos, arranjamos desculpas para situações inexplicáveis, fugimos do óbvio, rimos de coisas sérias, dramatizamos (girls love drama!) e suspiramos constantemente.
Se podiamos viver sem tudo isto? Sim, mas não era a mesma coisa, não eramos felizes como somos e não tinha piada nenhuma.
(Devia haver muitas paragens destas, espalhadas por aí, para quando não estivesse ninguém a ver, sentava-me e via o peso que tenho, talvez assim fizesse mais exercício e fechasse mais a boquinha)
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domingo, 31 de janeiro de 2010
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Xmas Party!

As saudades que eu tinha de uma festa, daquelas que dançamos até cair (de cansaço, não do álcool). De estarmos todas as Nutribabes sem falar das aulas, testes e exames. Dançar, Rir, Dançar. Adorei!
Também gostei do Plateau, sim porque eu não conhecia o Plateau. A decoração super gira, grande parte era música anos 80, lots of people, gostei, para repetir.
Também gostei do Plateau, sim porque eu não conhecia o Plateau. A decoração super gira, grande parte era música anos 80, lots of people, gostei, para repetir.
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sábado, 19 de dezembro de 2009

Mais dois diazinhos e acabaram-se as aulas e esta azáfama toda, já não aguento, agora é Anatomia (segunda feira há oral)...
Não adormeço porque a matéria anda a chocalhar na minha cabeça, não durmo porque lá anda toda a informação de um lado para o outro nas prateleirinhas do meu cérebro, acordo agarro-me ao livro, isto está bonito está.
Lá vou eu agarrar-me ao Moreno*.
*Moreno - livro de Anatomia Geral
Não adormeço porque a matéria anda a chocalhar na minha cabeça, não durmo porque lá anda toda a informação de um lado para o outro nas prateleirinhas do meu cérebro, acordo agarro-me ao livro, isto está bonito está.
Lá vou eu agarrar-me ao Moreno*.
*Moreno - livro de Anatomia Geral
sábado, 5 de dezembro de 2009
11:30
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Hormona do Shopping
Hoje fiquei felicíssima quando abro o destak e vejo um artigo cujo tema era "Viciado em compras", mas o que me deixou neste estado não foi o tema, foi o que lá vinha a dizer sobre compras. Pois é, ir às compras pode estimular o nosso humor e deixar-nos felizes, pois uma área primitiva do cérebro impulsiona-nos a adquirir coisas em busca de experiências novas. Ao que consta, esse impulso liberta dopamina, uma hormona cujo papel é crucial na nossa saúde fisica e mental, estando associada a sentimentos de prazer e satisfação. Assim, é saudável ir às compras uma vez que estabelecemos cumplicidade com quem nos acompanha, ligamo-nos aos outros, melhoramos a nossa autoconfiança e auto-estima.
E como não há bela sem senão, é a Eurina, hormona da carteira, a responsável pelo peso que fica na minha consciência, depois de ir toda contente para o centro comercial libertar dopamina e seretonina e voltar com a carteira vazia, já para não falar da palavra consumismo (palavra proibída!)
E como não há bela sem senão, é a Eurina, hormona da carteira, a responsável pelo peso que fica na minha consciência, depois de ir toda contente para o centro comercial libertar dopamina e seretonina e voltar com a carteira vazia, já para não falar da palavra consumismo (palavra proibída!)
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domingo, 22 de novembro de 2009
Hoje fiz uma coisa que já não fazia há muito tempo: COMPRAS!! Mas compras a sério, daquelas que perdemos a noção do tempo e do que gastamos. Andar de loja em loja, cheia de sacos, soube-me tão bem. Às vezes faz falta, aproveitei e fiz uma "limpeza" ao roupeiro e consegui encher dois sacos com roupas que já não uso, a maioria porque não me servem, agora vou dá-las. Já desci ao mundo real e já estou outra vez agarrada a livros, apontamentos e pdf's, a estudar que nem uma maluca.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
A vida é bela
"Pode subir"."auumm auumm, ok vamos lá". Tranquilo e tal, parece-me seguro, acho que não há perigo. De repente, "Bem, vamos levantar". Senti um misto de excitação, por subir mais e mais alto, e o receio das alturas.
Cada vez estava mais afastada da terra, cada vez estava mais próxima do sol. O silêncio era inexplicável. A paz que se fazia sentir era arrepiante. As minhas pernas tremiam. Não se ouvi a rigorosamente nada! Ao princípio não conseguia olhar para baixo. À medida que o tempo ia passado eu tentava ao máximo desfrutar do momento. A música que me acompanhava, embora fosse apenas na minha cabeça era a Let's get high de Anane
Há lugares lindos, vistas soberbas, pessoas fantásticas. Há coisas que não têm descrição possível. Esta experiência é uma delas.
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